Vou partilhar agora convosco uma sessão com um escravo (vou chamar-lhe a.) que nos pediu para ser severamente espancado, queria sentir muita dor.
Achámos que ele estava a exagerar. Todas as chamadas que recebemos são na esperança de que, depois da sessão ou mesmo durante, haja sexo connosco. Pois bem, nós não fazemos sexo com escravos. Por principio. E porque assim temos ainda mais poder sobre o escravo. Lógico. Isto para dizer que por vezes exageram nos pedidos e já aconteceu um pobre escravo, chegar à hora da verdade e afinal não querer mesmo ser violado e rebentado por nós.
Bem, marcámos então para uma sexta-feira, segundo ele era melhor porque tinha o fim-de-semana para curar as nódoas negras.
Encontramo-nos num café e reparámos na sua pele branca, mesmo branca, eu comecei logo a imaginar os estragos que a minha chibata faria nele e sorri. Ele pediu um café e quando este chegou a Lady Bella cuspiu-lhe para dentro da chávena. Claro que ele bebeu todo contente. Combinámos a safe word e perguntamos-lhe se ele ainda mantinha o que haverá pedido. a. confirmou e daí fomos para o hotel.
Quando entrámos no quarto mandámo-lo despir-se na casa de banho e aguardar que o fossemos buscar, de cu nu no chão de azulejo. Preparámo-nos e colocámos os nossos (ainda poucos) instrumentos de tortura na cama: duas chibatas, dois chicotes de pontas, dois prendedores de mamilos, várias molas da roupa, várias velas de parafina e até uma vela negra e uma corrente. Aproveitamos e juntámos a isto os nossos dildos, butt plugs e bolas chinesas. Enquanto acendia as velas, a Lady Bella pegou na coleira e na trela e foi buscar a nossa cadelinha (pelo menos durante a hora e meia seguinte).
O a. esperava ansioso na casa de banho.
A Lady Bella trouxe-o pela coleira, mas o triste atreveu-se a andar de pé na nossa presença e levou logo um estalo meu para o meter no seu devido lugar: ajoelhado aos nossos pés. E depois de mim a Lady Bella também lhe bateu na cara com força. Chapadas e cuspidelas deixam a minha querida companheira bastante feliz.
Mandei colocar-se numa cadeira de joelhos e rabo virado para nós, como ele é um pouco alto aquela posição era bastante desconfortável para ele, ainda mais porque a. teria de manter a sua cabeça sempre mais baixa que as nossas. E começámos.
Lady Bella quis ser a primeira. A primeira chibatada foi com a força necessária para fazer o a. soltar um gritinho. Agarrei-lhe o cabelo com força e gritei-lhe ao ouvido que não queríamos barulho. E deu-lhe mais uma chapada na cara. Lady Bella deu-lhe 10 chibatadas e foi a minha vez de fazer a minha chibata queimar a pele do a..Mais dez chibatadas e as nádegas do a. já começavam a ganhar alguma cor. Cor-de-rosa. E depois trocámos novamente e ainda mais uma vez. O a. levou 40 chibatas. Estava com o pequeno caralhito excitado, quando reparámos nisso mandamo-lo pôr-se joelhos no chão e rimos com o tamanho daquele caralho. Aquilo não era um caralho, era uma amostra de sexo, nem sabemos como é que ele tem coragem de se chamar de homem, com uma pila tão pequena e sem graça. E aquilo parecia dar cada vez mais sinais de vida, achámos aquilo uma provocação e dei-lhe uma chibatada no caralho, o a. encolheu-se um pouco e a Lady Bella deu-lhe mais uma chibatada no sexo e mais uma e mais uma e finalmente aquela lesma voltou para dentro do caracol e o nosso brinquedinho ficou um ser assexuado novamente.
Olhando para o a. ali de joelhos de peito vazio a Lady Bella lembrou-se de lhe colocar os prendedores de mamilos e assim o fez. De seguida pegámos nos nossos chicote de pontas, mandámos que colocasse as mãos atrás da cabeça, e começamos a bater-lhe à vez, e ás vezes até ao mesmo tempo. Fizemos isto durante algum tempo, íamos alternando a força. A Lady Bella entretanto parou porque já lhe doía um pouco o braço. Eu ainda me entreti mais um pouco com ele, só parei quando lhe vi uma lágrima a rolar pelo rosto e noto que ele se arrepia todo. Paro e pergunto se ele me quer dizer alguma coisa (já tínhamos combinado a safe word) e ele acena com a cabeça, levanta-a e diz:”Não!”. Ficámos admiradas, mas gostámos e continuámos a espancá-lo.
O corpo dele começava a dar sinais bem visíveis do nosso tratamento, e eu vi que aquelas marcas não iam de certeza passar em seis horas, como é nosso hábito.
Já tinham passado 45 minutos e decidimos parar um bocado para beber agua. Retirámos-lhe os prendedores e olhámos com atenção o corpo do a. cheio de marcas e com um sorriso enorme na boca.
1 comentário:
Realmente é a mais pura verdade, subs fraquinhos , à primeira palmada quase desmaiam....
Venham de lá mais relatos...
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