
Brevemente muito perto de ti...

Welcome to your place! Under our heels...
Depois de uma pequena pausa, achei que estava na hora lhe fazer algum treino anal. ele pôs-se de quatro na cama e nós colocámos umas luvas de látex (descartáveis). Abri bem as nádegas dele, cuspi para o ânus dele e comecei a meter um dedo. Convém lembrar que a. tinha o corpo todo cheio de marcas e devia estar bem dorido. Cada vez que ele fugia com o cu, levava uma valente palmada. Quando ele começou a fugir demasiadas vezes, a Lady Bella também lhe começou a bater nas nádegas.
Depois de abrir um bocado o cu dele, meti-lhe um plug tamanho normal de repente e à força. Ele deu mais um gritinho e levou mais uma valente chapada na cara. Desta vez foi a Lady Bella que lhe puxou o cabelo e o mandou estar calado. Nós as duas estávamos a adorar tudo aquilo, estava ser mesmo muito excitante.
Vesti o meu strap on e deixei-o respirar um bocado quando lhe tirei o plug, apenas para meter o meu strap com toda a força. Ele gritou mais uma vez. Desta ninguém lhe bateu… Era o gritinho que eu estava à espera para me dar o empurrão final para a valente foda que lhe mandei. Ele apertava a colcha da cama, mordia os lábios, gemia baixinho, mas não fazia barulho. No primeiro pingo de cera quente ele estremeceu e arrepiou-se todo. Mais uma vez perguntei se ele queria dizer alguma coisa, mais uma vez ele disse que não. Lady Bella continuou. E desenhou dois Bs nas costas dele com a cera de parafina. Ficou tão lindo. A minha companheira excita-se bastante com o uso da cera e ordenou ao a. que a fizesse vir com a língua. Imaginem a minha visão: o a. estava de quatro à minha frente com o meu strap bem enterrado no cu, com as costas cheias de cera, o corpo cheio de marcas e a cabeça entre as pernas da Lady Bella.
Ele lambeu a Lady Bella até ela estremecer de prazer. Quando ela estava quase a vir-se empurrou a cabeça dele contra ela e sufocou-o até atingir o clímax. Belo néctar que ele sorveu apaixonadamente.
Sai de dentro dele de repente e mandei-o virar-se barriga para cima. Era a vez da minha companheira usar aquele cu. Vestiu o strap que tem um dildo para dentro e chegou-se perto dele para ele lhe mamar aquele caralho grande que mesmo sendo de borracha era bem melhor que o dele. As palavras dela foram:” E agora vais mamar este caralho que te vai foder não tarda. E vê com atenção como é que uma pila deveria ser. Nada parecida com essa merda que tens entre as pernas!”
Quando ela entrou dentro dele, eu estava em cima da cabeça dele a segurar-lhe as pernas para cima. Tinha portanto uma Domme a fode-lo e outra sentada na cara dele. Novamente aquela amostra de sexo começou a mostrar-se vivo.
A cera de velas coloridas dói consideravelmente. Mas era para isso que a. estava connosco: DOR!
Lancei o primeiro pingo um pouco abaixo do umbigo e ele estremeceu, depois foi deixa-los cair… Um a um, sempre a chegar perto do sexo, depois no sexo dele. Pedi à Lady Bella para sair um pouco e verti-lhe cera para cima dos tomates. a. arqueava as costas de dor, soltava pequenos gemidos… baixinho…
Lady Bella voltou a enterrar o strap nele e voltou a atingir o clímax. O sexo do a. começava a deitar um liquido transparente e parecia que ia rebentar. Comecei a deitar cera desta vez no peito dele. Desenhei um P e um R de puta reles. Com a cera preta era outra coisa, ficou um belo trabalho.
Para terminar, deixámos que ele se pusesse de pé e encostamo-lo contra a parede. Pegámos cada uma no seu chicote e ele veio-se no meio das nossas chibatadas.
Na casa de banho, antes de ele tomar duche ainda teve direito um duche bem melhor… a minha urina, que deve ter ardido um bocado… em cima daqueles vergões que ele tinha no corpo.
Foi uma tarde bem passada, nunca tínhamos estado com alguém que aguentasse tanta pancada como nós lhe demos.
Festinhas na cabeça
Vou partilhar agora convosco uma sessão com um escravo (vou chamar-lhe a.) que nos pediu para ser severamente espancado, queria sentir muita dor.
Achámos que ele estava a exagerar. Todas as chamadas que recebemos são na esperança de que, depois da sessão ou mesmo durante, haja sexo connosco. Pois bem, nós não fazemos sexo com escravos. Por principio. E porque assim temos ainda mais poder sobre o escravo. Lógico. Isto para dizer que por vezes exageram nos pedidos e já aconteceu um pobre escravo, chegar à hora da verdade e afinal não querer mesmo ser violado e rebentado por nós.
Bem, marcámos então para uma sexta-feira, segundo ele era melhor porque tinha o fim-de-semana para curar as nódoas negras.
Encontramo-nos num café e reparámos na sua pele branca, mesmo branca, eu comecei logo a imaginar os estragos que a minha chibata faria nele e sorri. Ele pediu um café e quando este chegou a Lady Bella cuspiu-lhe para dentro da chávena. Claro que ele bebeu todo contente. Combinámos a safe word e perguntamos-lhe se ele ainda mantinha o que haverá pedido. a. confirmou e daí fomos para o hotel.
Quando entrámos no quarto mandámo-lo despir-se na casa de banho e aguardar que o fossemos buscar, de cu nu no chão de azulejo. Preparámo-nos e colocámos os nossos (ainda poucos) instrumentos de tortura na cama: duas chibatas, dois chicotes de pontas, dois prendedores de mamilos, várias molas da roupa, várias velas de parafina e até uma vela negra e uma corrente. Aproveitamos e juntámos a isto os nossos dildos, butt plugs e bolas chinesas. Enquanto acendia as velas, a Lady Bella pegou na coleira e na trela e foi buscar a nossa cadelinha (pelo menos durante a hora e meia seguinte).
O a. esperava ansioso na casa de banho.
A Lady Bella trouxe-o pela coleira, mas o triste atreveu-se a andar de pé na nossa presença e levou logo um estalo meu para o meter no seu devido lugar: ajoelhado aos nossos pés. E depois de mim a Lady Bella também lhe bateu na cara com força. Chapadas e cuspidelas deixam a minha querida companheira bastante feliz.
Mandei colocar-se numa cadeira de joelhos e rabo virado para nós, como ele é um pouco alto aquela posição era bastante desconfortável para ele, ainda mais porque a. teria de manter a sua cabeça sempre mais baixa que as nossas. E começámos.
Lady Bella quis ser a primeira. A primeira chibatada foi com a força necessária para fazer o a. soltar um gritinho. Agarrei-lhe o cabelo com força e gritei-lhe ao ouvido que não queríamos barulho. E deu-lhe mais uma chapada na cara. Lady Bella deu-lhe 10 chibatadas e foi a minha vez de fazer a minha chibata queimar a pele do a..Mais dez chibatadas e as nádegas do a. já começavam a ganhar alguma cor. Cor-de-rosa. E depois trocámos novamente e ainda mais uma vez. O a. levou 40 chibatas. Estava com o pequeno caralhito excitado, quando reparámos nisso mandamo-lo pôr-se joelhos no chão e rimos com o tamanho daquele caralho. Aquilo não era um caralho, era uma amostra de sexo, nem sabemos como é que ele tem coragem de se chamar de homem, com uma pila tão pequena e sem graça. E aquilo parecia dar cada vez mais sinais de vida, achámos aquilo uma provocação e dei-lhe uma chibatada no caralho, o a. encolheu-se um pouco e a Lady Bella deu-lhe mais uma chibatada no sexo e mais uma e mais uma e finalmente aquela lesma voltou para dentro do caracol e o nosso brinquedinho ficou um ser assexuado novamente.
Olhando para o a. ali de joelhos de peito vazio a Lady Bella lembrou-se de lhe colocar os prendedores de mamilos e assim o fez. De seguida pegámos nos nossos chicote de pontas, mandámos que colocasse as mãos atrás da cabeça, e começamos a bater-lhe à vez, e ás vezes até ao mesmo tempo. Fizemos isto durante algum tempo, íamos alternando a força. A Lady Bella entretanto parou porque já lhe doía um pouco o braço. Eu ainda me entreti mais um pouco com ele, só parei quando lhe vi uma lágrima a rolar pelo rosto e noto que ele se arrepia todo. Paro e pergunto se ele me quer dizer alguma coisa (já tínhamos combinado a safe word) e ele acena com a cabeça, levanta-a e diz:”Não!”. Ficámos admiradas, mas gostámos e continuámos a espancá-lo.
O corpo dele começava a dar sinais bem visíveis do nosso tratamento, e eu vi que aquelas marcas não iam de certeza passar em seis horas, como é nosso hábito.
Já tinham passado 45 minutos e decidimos parar um bocado para beber agua. Retirámos-lhe os prendedores e olhámos com atenção o corpo do a. cheio de marcas e com um sorriso enorme na boca.